A Prefeitura de Volta Redonda, por meio de força-tarefa, vai intensificar a fiscalização para coibir o descumprimento dos decretos municipais que preveem normas de prevenção contra a Covid-19. No sábado e domingo (dias 22 e 23) pela manhã e à tarde, fiscais da Secretaria Municipal de Fazenda e agentes da Secretaria Extraordinária de Segurança Pública (Sesp) vão atuar em conjunto com a Guarda Municipal nos cinco principais centros comerciais do município, além de fiscalizar o funcionamento da Feira Livre no Aterrado e na Vila Santa Cecília/Sessenta. À noite, o foco se volta para os bares da cidade.

O diretor do Departamento de Atividades Econômicas e Sociais da Secretaria Municipal de Fazenda, Wagner Jardim Chaves, lembrou que a fiscalização ao lado da Guarda Municipal, que agora atua com pontos base na Vila Santa Cecília, Aterrado, Amaral Peixoto (Centro), Retiro e Santo Agostinho, começou há dez dias como nova estratégia de combate ao novo coronavírus. “Vimos que o papel educativo, fazendo orientações sobre as normas sanitárias e de distanciamento a serem seguidas, que os guardas têm assumido, tem gerado resultados positivos”, disse.

Ele acrescentou que a intensificação da ação no fim de semana se justifica pelo aumento natural de pessoas circulando pelo comércio e, principalmente, frequentando os bares. “O principal objetivo da fiscalização é a prevenção à saúde da população e a diminuição da circulação do vírus em Volta Redonda. Assim mantemos a capacidade de atendimento na rede de saúde”, reforçou Wagner, dizendo que a população deve continuar parceira da força-tarefa, denunciando pela Central de Atendimento Único (CAU) pelo telefone 156.  

A força-tarefa de fiscalização é uma das ações preventivas adotadas pela Prefeitura de Volta Redonda que visam a manutenção dos eixos de monitoramento com índices que permitam a continuidade da flexibilização das atividades econômicas. Os eixos são o número de casos suspeitos não aumentar mais que 5% por três dias seguidos; a ocupação de leitos no CTI não ultrapassar 50%; a ocupação de leitos no Hospital de Campanha não ultrapassar 60%; o grupo de risco deve permanecer em isolamento social; o uso de máscara ser obrigatório nas ruas; e manter a proibição de qualquer tipo de aglomeração.

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