Desde o início da pandemia, especialistas têm recomendado o uso de máscaras como prevenção contra a Covid-19. Durante esse período, surgiram diferentes tipos, que vão do improviso aos mais tecnológicos. No caso dos modelos em tecido, a recomendação é que a troca ocorra a cada duas horas ou se estiverem úmidas.https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1314625&o=nodehttps://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1314625&o=node

Mas, como seria se fosse possível usar uma máscara umedecida com um produto capaz de destruir o novo coronavírus? Essa é a ideia de um grupo de pesquisa da Universidade de Brasília (UnB), como explica o coordenador do projeto, Floriano Pastore, que é professor do Instituto de Química.

Não se trata de um equipamento de proteção individual para ambiente hospitalar. O professor explica que os cientistas trabalham no desenvolvimento de uma máscara de baixo custo e fácil de usar no dia a dia pelo cidadão comum.

Floriano Pastore acrescenta ainda que a pesquisa está em fase de testes. A equipe conta com seis pesquisadores. Além das máscaras úmidas, existe um projeto paralelo para a produção de um tipo de luva de tecido que também pode ser embebida em álcool, detergente e um sal quaternário de amônio, usado em hospitais.

A proposta é que, tanto a máscara quanto a luva, possam ser lavadas e esterilizadas com ferro de passar comum.

Fonte: Agencia Brasil

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